TAPIRAPE FM

terça-feira, 5 de março de 2013

Ferrugem pode atingir área de soja na região da Gleba Suiá-Missú

Mais de 341 mil hectares de soja, ou 4,3% da área de soja de MT, situada em torno da Terra Indígena Marãiwatsédé, localizada na comunidade Posto da Mata (30 quilômetros de Alto Boa Vista), correm alto risco de serem infectadas pela ferrugem asiática. Isso porque as terras tiveram de ser abandonadas desde dezembro pelos produtores por força da retirada dos ocupantes não índios e motivada por decisão judicial. Segundo o diretor técnico da Aprosoja, Nery Ribas, parte das mais de três mil hectares de soja plantadas nas terras xavantes estão tomadas pela ferrugem. “O momento é de redobrar a atenção, os cuidados e o controle das aplicações de fertilizantes nas lavouras vizinhas, pois há alto potencial de inóculo”.

Os focos da ferrugem aumentaram devido à ausência do controle e tratamento da doença, pois somente um produtor conseguiu autorização da Fundação Nacional do Índio (Funai) para fazer as devidas aplicações de fungicidas e controle do foco da doença. A não realização da colheita da soja aumentará a proliferação da ferrugem asiática, além da existência de soja guaxa no período do vazio sanitário. “É importante que se realize o controle da ferrugem e também a colheita da soja na comunidade do Posto da Mata, pois muitos produtores vão colher soja até abril”, afirma o vice-presidente da região Leste, Gilmar Del’Osbel.

Segundo Gilmar, os produtores dos municípios vizinhos estão fazendo sua parte, tanto que há poucos casos da doença na região. O segundo vice-presidente da região, Endrigo Dalcin, evidencia a importância dos produtores continuarem as aplicações de fungicidas no intervalo de 15 em 15 dias e garantirem uma boa colheita. Até o momento mais de 35% dos 1,2 bilhão de hectares já foram colhidos na região Leste. Caso a ferrugem não interfira na produtividade da soja na região a estimativa é que se colha 3,7 milhões de toneladas de soja.

No fim de janeiro, o Ministério da Agricultura e Pecuária e Abastecimento (Mapa) já havia feito um alerta aos produtores da região, devido à presença da ferrugem nas lavouras situadas na gleba e ao alto índice de umidade que facilita a proliferação do fungo. Na época a situação das lavouras não foi considerada alarmante, mas preocupante pela comissão do Mapa e da Aprosoja em visita às lavouras de soja. O objetivo é reduzir riscos e minimizar as perdas, pois só na safra passada os prejuízos somados pela ferrugem asiática foram de aproximadamente um R$ 1 bilhão.

O Documento


Após polêmica, Lei da Pesca começa vigorar hoje - confira as mudanças

A Lei da Pesca (Lei nº 9.893) passa a vigorar a partir desta segunda (4). A sanção do governador Silval Barbosa (PMDB)  foi publicada no Diário Oficial do Estado na edição de sexta (1º) ,que circula hoje. A lei traz 5 principais mudanças. Uma delas é a flexibilização da quantidade de peixe que pode ser transportado por um pescador profissional. Antes a cota era de 100 kg por semana (400 kg por mês), hoje é de 125 kg semanais (500 kg por mês).

O pescador com carteira de amador que antes tinha cota zero para transporte de peixe, agora pode carregar 5kg e mais um exemplar. O produto decorrente da pesca, no entanto, não poderá ser comercializado. Ele ainda pode praticar o chamado ”pesque e solta”.

Outra alteração é que o anzol de galho que era liberado, hoje é proibido. Isso porque ele é mais predatório que até mesmo a rede e a tarrafa que já eram proibidas. Ocorre que os anzóis passam a noite amarrados nos galhos das árvores e fisgam qualquer tipo de peixe. Quando chegam os pescadores no dia seguinte, os peixes que estão fora da medida já estão mortos e acabam sendo descartados.

Outra modificação que a nova legislação impôs é que, além do tamanho mínimo que o peixe tem que ter, a Cachara, o Pacú e o Pintado pescado na Bacia do Paraguai agora também têm limite de tamanho máximo. Então na Bacia do Pantanal, a Cachara pescada não pode ser menor que 83 cm nem maior que 112 cm, o Pacú não pode ser menor que 46 cm e maior que 57 cm e o Pintado não deve ser menor que 90 cm e maior que 115 cm. A ideia é povoar os rios da bacia do Pantanal com peixes graúdos para atrair a pesca esportiva, o que mais movimenta a economia no setor pesqueiro.

A nova lei também proíbe a pesca do Dourado na Bacia do Paraguai (Pantanal) e da Piraiba/Filhote na Bacia Amazônica, Araguaia e Tocantis. As espécies estão à beira da extinção nesses locais. Todas essas novidades têm despertado bastante polêmica até mesmo entre os próprios pescadores.

Os que são contrários dizem que com tantas proibições e limitações não vão mais conseguir manter o sustento da família. Os que são favoráveis relatam situações de sair para pescar e voltar de mãos vazias e dizem que a nova regulamentação vai proporcionar maior preservação das espécies e favorecer o próprio profissional. A lei é de autoria de lideranças partidárias e tem como idealizador o deputado estadual Zeca Viana (PDT).

Por: Glaucia Colognesi | RD News

segunda-feira, 4 de março de 2013

Cotação de Dom Odilo Scherer para suceder Bento XVI cresce, diz jornal

O jornal italiano ”La Stampa” afirmou no sábado (2) que cresce a cotação do cardeal brasileiro dom Odilo Scherer para se tornar o novo Papa, sucedendo ao agora Papa Emérito Bento XVI.

A articulação incluiria eleger um secretário de Estado do Vaticano italiano, ou argentino de origem italiana no conclave de cardeais que deve ocorrer nos próximos dias, após a renúncia de Bento XVI, formalizada na última quinta-feira (28).

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Por trás da iniciativa, segundo o jornal, estaria o decano do Colégio Cardinalício, Angelo Sodano, e o cardeal italiano Giovanni Battista Re, além de outros cardeais italianos.

A argumentação a favor de Dom Odilo, sempre segundo o jornal, é que ele é um latino-americano bem considerado, fala bem italiano e tem um sobrenome alemão e ”modos medidos” que o fazem parecer ”pouco latino”.

Já o jornal ”Il Messaggero” coloca Scherer ao lado de três outros favoritos: o canadense Marc Ouellet, o húngaro Peter Erdo e o italiano Angelo Scola.

Do G1, em São Paulo

Comissão especial promove seminário sobre criação de novos municípios

A comissão especial que analisa a criação de novos municípios ( PLP 137/15 , do Senado, e apensados) promove um seminário em Marabá, no ...