Mato
Grosso tem a quinta maior taxa de reprovação de estudantes no Ensino Médio. De
acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (Inep), em 2011, 18.2%
dos estudantes do 1º ao 3º ano, tanto da rede pública quanto privada, não
conseguiram passar de ano. Este percentual equivale a 28 mil alunos. De acordo com a Secretaria do Estado de Educação (Seduc), este índice é ainda maior nas escolas públicas, onde passa de 19%. Uma das principais problemáticas apontada pela pasta, é a necessidade dos alunos dividirem o tempo com o trabalho, o que dificulta o aprendizado. A repetência é maior no 1º ano, onde cerca de 24% não conseguem aprovação. Este percentual vai caindo nos 2 anos seguintes.
Porém,
ainda é muito maior do que no Ensino Fundamental. Quando estão encerrando o 9º
ano, 7% reprovam.
Para reverter este quadro, uma série de medidas vem sendo adotadas tanto pelo Governo Federal quanto pelo Estado. Entre elas a implantação do programa Ensino Médio Inovador, que prevê a ampliação da carga horária e inclusão de capacitação tecnológica aos alunos. Este ano, 23 escolas passarão a trabalhar com o novo modelo.
Para reverter este quadro, uma série de medidas vem sendo adotadas tanto pelo Governo Federal quanto pelo Estado. Entre elas a implantação do programa Ensino Médio Inovador, que prevê a ampliação da carga horária e inclusão de capacitação tecnológica aos alunos. Este ano, 23 escolas passarão a trabalhar com o novo modelo.
Outra
medida é o Pronatec, que vai abrir 20 mil vagas na rede. Por meio dele, o jovem
do Ensino Médio estuda meio período e, no oposto, faz cursos profissionais. A
meta é atingir em torno de 8% dos estudantes da rede neste ano.
De acordo com o Inep, Mato Grosso só perdeu para os estados do Rio Grande do Sul (20,7%), Rio de Janeiro (18,5%) e Distrito Federal (18,5%) e Espírito Santo (18,4%), onde a reprovação dos alunos é ainda maior.
De acordo com o Inep, Mato Grosso só perdeu para os estados do Rio Grande do Sul (20,7%), Rio de Janeiro (18,5%) e Distrito Federal (18,5%) e Espírito Santo (18,4%), onde a reprovação dos alunos é ainda maior.
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