Do ano passado para cá, a diretoria do Fernandópolis conquistou algumas benfeitorias. Instalado no estádio Claudio Rodante, o alojamento dos jogadores recebeu seis aparelhos de ar-condicionado, cobertura de forro PVC e 24 colchões novos. Nos quartos, há televisores e, em média, cinco camas de solteiro.
O zagueiro Hiago Vieira da Paz, de 21 anos, natural de Porto Alegre do Norte, no Mato Grosso, é um dos hóspedes do alojamento. A distância entre Fernandópolis e a sua cidade natal chega a 1,3 mil quilômetros. “Há dois anos não vou para casa. Nunca dá tempo, estou sempre andando de um clube para outro, assim que acaba um campeonato.
Desde que saí de casa, há cinco anos, vivo essa vida e a gente se acostuma”, disse Hiago, que deixou filho, pai e mãe em Porto Alegre do Norte. “Conversamos diariamente pela internet, mas não é a mesma coisa.”
Para amenizar a saudade, um dos passatempos de Hiago é tocar violão. Quando não, é a velha resenha entre os companheiros de quarto ou acompanhar algum programa esportivo na tevê aberta. O sonho de Hiago, assim como os demais colegas de clube, é despertar a atenção de equipes de ponta. “Não tenho o que reclamar do Fernandópolis. A estrutura do clube para a Segundona poderia ser a melhor, mas é a ideal”.
O zagueiro Hiago Vieira da Paz, de 21 anos, natural de Porto Alegre do Norte, no Mato Grosso, é um dos hóspedes do alojamento. A distância entre Fernandópolis e a sua cidade natal chega a 1,3 mil quilômetros. “Há dois anos não vou para casa. Nunca dá tempo, estou sempre andando de um clube para outro, assim que acaba um campeonato.
Desde que saí de casa, há cinco anos, vivo essa vida e a gente se acostuma”, disse Hiago, que deixou filho, pai e mãe em Porto Alegre do Norte. “Conversamos diariamente pela internet, mas não é a mesma coisa.”
Para amenizar a saudade, um dos passatempos de Hiago é tocar violão. Quando não, é a velha resenha entre os companheiros de quarto ou acompanhar algum programa esportivo na tevê aberta. O sonho de Hiago, assim como os demais colegas de clube, é despertar a atenção de equipes de ponta. “Não tenho o que reclamar do Fernandópolis. A estrutura do clube para a Segundona poderia ser a melhor, mas é a ideal”.
Por: Regiaonoroeste.com

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