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| Foto Corpo de Bobeiros/Barra do Garças |
Faleceu na noite de sábado (02), em Goiânia, uma das vítimas do capotamento do ônibus da Viação Xavante, Neli Borges Mourão, 53 anos. Ela estava internada há 18 dias e não resistiu a uma hemorragia interna. Neli chegou a ter uma melhora clinica, porém na quinta-feira voltou a passar mal e teve uma paralisação dos rins e voltou para UTI, agravando outros órgãos, e teve uma parada cardíaca por volta das 22 horas.
Neli era funcionária da Viação Xavante e foi uma das 37 vítimas do capotamento no quilômetro 120 da BR-070, entre General Carneiro e Primavera do Leste, dia 15 de maio. Ainda sem explicação, o ônibus havia acabado de sair de Barra do Garças e capotou numa curva que o motorista não conseguiu fazer.
A lotação do ônibus era toda de funcionários da Xavante. Todos iam para Cuiabá, juntamente com trabalhadores da Barratur Transportes, protestar contra a licitação das linhas intermunicipais em Mato Grosso.
O comboio de Barra do Garças, formado por três ônibus, acabou voltando com o acidente. Nove dos feridos permaneceram por mais tempo internados. E o caso mais grave foi da Neli, funcionária há seis anos na Xavante.
As empresas Xavante e Barratur continuam concorrendo na licitação para permanecer com as linhas do Araguaia e enfrentam em dois mercados as empresas Novo Horizonte e Jota Mar, que adquiriram a Viação Maia, de Goiânia.
O diretor operacional da Xavante, Élio Prestes, que chegou a se machucar no acidente, lamentou a morte da funcionária, que como outros estavam lutando pela manutenção da empresa, que funciona há 40 anos no Vale do Araguaia.
Neli era funcionária da Viação Xavante e foi uma das 37 vítimas do capotamento no quilômetro 120 da BR-070, entre General Carneiro e Primavera do Leste, dia 15 de maio. Ainda sem explicação, o ônibus havia acabado de sair de Barra do Garças e capotou numa curva que o motorista não conseguiu fazer.
A lotação do ônibus era toda de funcionários da Xavante. Todos iam para Cuiabá, juntamente com trabalhadores da Barratur Transportes, protestar contra a licitação das linhas intermunicipais em Mato Grosso.
O comboio de Barra do Garças, formado por três ônibus, acabou voltando com o acidente. Nove dos feridos permaneceram por mais tempo internados. E o caso mais grave foi da Neli, funcionária há seis anos na Xavante.
As empresas Xavante e Barratur continuam concorrendo na licitação para permanecer com as linhas do Araguaia e enfrentam em dois mercados as empresas Novo Horizonte e Jota Mar, que adquiriram a Viação Maia, de Goiânia.
O diretor operacional da Xavante, Élio Prestes, que chegou a se machucar no acidente, lamentou a morte da funcionária, que como outros estavam lutando pela manutenção da empresa, que funciona há 40 anos no Vale do Araguaia.
De Barra do Garças - Ronaldo Couto

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