Uma pesquisa mundial aponta que as mulheres tem o QI (Quociente de Inteligência) maior do que os homens. No último século, as mulheres ficaram sempre atrás em testes que medem o QI.
Mas, agora, pela primeira vez, um levantamento realizado pelo pesquisador americano James Flynn, uma das maiores autoridades mundiais no assunto, confirmou que as mulheres passaram à frente dos homens - com uma vantagem de um ponto, em média.
Flynn aplicou testes na Europa, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia e Argentina e constatou que ambos os sexos melhoraram o desempenho nos testes de QI nos últimos 100 anos, mas elas melhoraram num ritmo mais rápido. O pesquisador diz que os resultados mais altos são consequência da vida moderna da mulher, que é mais complexa. Mas que ainda é preciso de mais pesquisas para afirmar por que as mulheres estão se saindo melhor.
Entre as hipóteses levantadas para explicar a melhor inteligência das mulheres está no fato de que, antes, elas não tinham as mesmas oportunidades educacionais que os homens e, por isso, iam pior nos testes. Outra hipótese é que as mulheres foram obrigadas a desempenhar múltiplas tarefas, em casa e no trabalho, e com isso desenvolveram um raciocínio mais complexo.
Especialistas criticam, porém, as comparações. “O QI foi sendo deturpado, perdeu o sentido original e passou a ser associado com uma medida de inteligência e não é exatamente isso”, afirma a neurocientista, Suzana Herculano- Houzel.
“O corpo da mulher é menor. A cabeça da mulher é menor. O cérebro que dorme dentro dessa cabeça é menor e tem menos neurônio. Não por isso tem menos inteligência. Em uma infinidade de atividades, as mulheres são enormemente superiores ao homem e são mais econômicas, utilizam menos neurônio para fazer a mesma coisa”, diz outro neurocientista, Ivan Izquierdo.
Mas, agora, pela primeira vez, um levantamento realizado pelo pesquisador americano James Flynn, uma das maiores autoridades mundiais no assunto, confirmou que as mulheres passaram à frente dos homens - com uma vantagem de um ponto, em média.
Flynn aplicou testes na Europa, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia e Argentina e constatou que ambos os sexos melhoraram o desempenho nos testes de QI nos últimos 100 anos, mas elas melhoraram num ritmo mais rápido. O pesquisador diz que os resultados mais altos são consequência da vida moderna da mulher, que é mais complexa. Mas que ainda é preciso de mais pesquisas para afirmar por que as mulheres estão se saindo melhor.
Entre as hipóteses levantadas para explicar a melhor inteligência das mulheres está no fato de que, antes, elas não tinham as mesmas oportunidades educacionais que os homens e, por isso, iam pior nos testes. Outra hipótese é que as mulheres foram obrigadas a desempenhar múltiplas tarefas, em casa e no trabalho, e com isso desenvolveram um raciocínio mais complexo.
Especialistas criticam, porém, as comparações. “O QI foi sendo deturpado, perdeu o sentido original e passou a ser associado com uma medida de inteligência e não é exatamente isso”, afirma a neurocientista, Suzana Herculano- Houzel.
“O corpo da mulher é menor. A cabeça da mulher é menor. O cérebro que dorme dentro dessa cabeça é menor e tem menos neurônio. Não por isso tem menos inteligência. Em uma infinidade de atividades, as mulheres são enormemente superiores ao homem e são mais econômicas, utilizam menos neurônio para fazer a mesma coisa”, diz outro neurocientista, Ivan Izquierdo.
G1

Nenhum comentário:
Postar um comentário