terça-feira, 10 de dezembro de 2013

MEC suspende ou fecha vestibulares de 10 cursos em MT - confira a lista


O ministério da Educação divulgou, na ultima sexta (6), a lista dos cursos superiores que terão os vestibulares suspensos e/ou fechados porque tiveram conceito insatisfatório em 2009 e repetiram o desempenho pífio no ano passado. Em Mato Grosso, sete instituições e 10 cursos foram incluídos na lista publicada no Diário Oficial da União. São considerados insatisfatórios pelo MEC os cursos que atingem conceito abaixo de 3 na escala que varia de 1 a 5.
O Centro Universitário de Várzea Grande teve o vestibular para o cursos de Direito suspenso. Na Faculdade Afirmativo de Cuiabá os cursos de Secretariado Executivo e Direito tiveram os vestibulares suspensos e o para Administração fechado. Em Alta Floresta, a Faculdade de Alta Floresta teve o vestibular de Ciências Contábeis suspenso. Já a Faculdade Católica Rainha da Paz, de Araputanga, teve os vestibulares de Ciências Contábeis suspenso e o de Direito fechado.
A Faculdade Cuiabá teve suspenso o vestibular de Administração. No Instituto de Ensino e Cultura de Cuiabá foi fechado o vestibular para Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos. Nas Faculdades Integradas Mato-grossenses de Ciências Sociais e Humanas, de Cuiabá, foi fechado o vestibular para Administração. Com a publicação da lista, deixarão de ser ofertadas 44.069 vagas de ensino superior em todo Brasil. Ainda em âmbito nacional, dos 270 cursos avaliados, 152 terão vestibular suspenso e 118 fechado.
O critério para suspensão é nota insuficiente em 2009 com tendência de crescimento em 2012. Serão fechados os cursos que além de terem ficado com nota insatisfatória, apresentaram queda de conceito no ano passado.
Por: RD NEWS

Sistema sai do ar e obriga Indea estender prazo de comunicação


As constantes quedas do sistema informatizado, que fica congestionado em função do grande número de acessos, fez o Indea prorrogar o prazo para comunicação da segunda etapa de imunização contra a febre aftosa para a próxima sexta (13). O prazo inicial encerraria na terça (10), o que impossibilitaria grande parte dos pecuaristas do Estado de cumprir com a obrigação sanitária.
O diretor Técnico do Indea, Marcos Catão, reconheceu que no ultimo dia (6) o sistema amanheceu fora do ar. Entretanto, garantiu que os técnicos do Cepromat conseguiram restabelecer a conexão por volta das 9h.
Segundo Catão, o congestionamento ocorre porque muitos pecuaristas aguardam o prazo final para comunicar a imunização do rebanho. “A questão é cultural, como no período de declaração do imposto de renda. Por isso, decidimos prorrogar o prazo”, explicou.
A segunda etapa da imunização aconteceu entre os dias 1º e 30 de novembro deste ano. Nesta fase, são vacinados bovinos e bubalinos, de mamando a caducando. A expectativa é imunizar mais de 28 milhões de cabeças em aproximadamente 100 mil propriedades rurais. Quem não vacinar será multado em 2,25 Unidades de Padrão Fiscal (UPF) por cabeça, o que representa R$ 230,28. Quem vacinar, mas não comunicar ao instituto até o prazo estabelecido vai receber uma suspensão e ficará impedido de realizar qualquer movimentação de animais por um período de 30 dias.
Por: RD NEWS

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Cerca de 300 PMs devem deixar segurança das unidades prisionais


Até o final de janeiro, a Polícia Militar deve deixar o corpo de guarda de todas as unidades prisionais de Mato Grosso. 

O processo de transição começou no dia 1º de novembro e a PM deixou a Penitenciária Central de Cuiabá e a Penitenciária de Água Boa nas mãos do Serviço de Operações Especiais (SOE), formado por agentes prisionais. 
De acordo com o secretário-adjunto de Administração Penitenciária, major Daniel Alvarenga, as próximas unidades que devem perder os policiais militares são o Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC), Cadeia Pública do Capão Grande (Várzea Grande), Presídio da Ferrugem (Sinop) e a Penitenciária da Mata Grande (Rondonópolis). 

No total, Mato Grosso tem 54 cadeias públicas e 10 presídios, incluindo a Polinter e as casas do albergado para os presos em regime semiaberto. 

Conforme o major, a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos está apenas cumprindo a lei complementar 389/2010, que prevê em seu artigo 48 a substituição gradativa da demanda de policiais militares por agentes prisionais.

Estes vão ser capacitados para atender o trabalho desenvolvido pela PM como guarda externa, contenção interna e escolta armada das penitenciarias e cadeias públicas do estado. 

Cerca de 400 agentes vão atuar nessa função. A Sejudh vai convocar 191 aprovados no concurso público para desempenhar a função. Antes, vão passar por um curso de aperfeiçoamento para ter porte de arma e como lidar com os reeducandos.

O comandante geral da PM, coronel Nerci Denardi, informou que os policiais militares que atuavam em presídios vão voltar para seus batalhões de origem. “Não devemos fazer remoções para o interior. Cada um vai se apresentar nos seus batalhões e reforçar a segurança ostensiva”.

Cresce 40% participação de detentos no Enem em Mato Grosso neste ano


Dos quase 10 mil presos de Mato Grosso, apenas 370 prestaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) neste ano, o correspondente a 5% do total. De acordo com a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), a baixa adesão ao Enem é reflexo da falta de interesse dos reeducandos. Porém, o número é positivo se comparado ao do ano passado. Houve crescimento de 40%. Na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, 210 mulheres fizeram a prova.
A Sejudh reconhece que nem todas as unidades prisionais têm salas de aula, mas isso deve mudar a partir do ano que vem. A previsão é que em 2014 todas as unidades prisionais tenham salas de aula. 
Uma das detentas do presídio feminino, Risya Nara Campos disse que o Enem é uma oportunidade de testar os conhecimentos. "As oportunidades vêm e temos que agarrá-las com as duas mãos e ter confiança. E sempre pensar positivo que vai vencer", afirmou.
As presas que concluiram o ensino médio e tiverem boas notas concorreram a vagas em universidades públicas, ou particulares por meio do Prouni.
O secretário de Justiça e Direitos Humanos de Mato Grosso, Luiz Antônio Pôssas de Carvalho, atribui a baixa adesão a falta de interesse dos internos, mas afirma que a oferta de aulas dos presídios precisa ser ampliada. "Todas as unidades terão sala de aula a partir do ano que vem. Este ano algumas possuem", afirmou.