segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Taques anuncia concurso e compra de viaturas para a segurança pública


O setor da segurança de Mato Grosso receberá novos investimentos ainda esse ano e também no primeiro semestre de 2016. Aumento do efetivo de policiais militares, concurso público para delegados e a compra de novas viaturas e motocicletas para rondas ostensivas estão entre as principais medidas que o Governo do Estado irá promover nos próximos seis meses. 

O anúncio foi feito pelo governador Pedro Taques (PSDB) e pelo secretário de Estado de Segurança Pública, Mauro Zaque, durante a primeira reunião geral com os presidentes de Conselhos Comunitários de Segurança Pública (Conseg) de Mato Grosso, realizada na manhã desta sábado (26).

Promovido no auditório Cloves Vettorato, no Palácio Paiaguás, o encontro contou com a participação dos 132 presidentes de Conseg existentes no Estado, que aproveitaram o encontro inédito com os representantes do Executivo para fazer reivindicações.


Da Redação

Nenhum prefeito de Mato Grosso conseguiu nota acima de 8; Confira o ranking completo no Ranking IKGM 2015


A crise financeira e política do Governo Federal já está causando problemas para os prefeitos de Mato Grosso. Isso fica evidente com a contatação de que nenhum dos prefeitos das 50 maiores cidades mato-grossenses conseguiu nota igual ou maior do que oito na avaliação de aprovação popular promovida pela KGM Pesquisas.

Os irmãos Pivetta, primeiros colocados no Ranking IKGM 2015, são exemplo disso. Adriano Pivetta, prefeito de Nova Mutum, e Otaviano, de Lucas do Rio Verde, conseguiram apenas 7,8 e 7,5, respectivamente. E só 12 gestores conseguiram notas acima de 6, agora que estão em seu terceiro ano de mandato - salvo nos casos em que houve cassação, como em Chapada dos Guimarães e Várzea Grande.
Já o prefeito de Araputanga, Sidney Salomé (PMDB), apontado como o pior prefeito de Mato Grosso com Índice KGM (IKGM) de -23,15, conseguiu nota 2,71. Os lanternas - 10 piores - não conseguiram alcançar a nota quatro.
Confira o ranking completo com as 50 cidades avaliadas:




METODOLOGIA
Foram aplicadas as mesmas perguntas aos eleitores das 50 maiores cidades com base no número de eleitores. O índice é obtido por meio do cruzamento de duas variáveis aplicadas a todos os 50 municípios pesquisados. Cada pesquisa tem uma amostragem diferente, porém, assegurando a mesma margem de erro a todos os municípios pesquisados. Isso é fundamental para permitir a comparação entre as diferentes cidades.

A primeira variável é a Nota (N) representada por uma escala de avaliação onde o pesquisado atribui uma nota entre zero e 10 para o prefeito de seu município. A variável N é a média ponderada de todas as notas atribuídas, descartando-se os indecisos e as não respostas.

Já a segunda variável é o Conceito (C), representada por uma escala na qual o pesquisado atribui um conceito de péssimo, ruim, bom o último para o prefeito de seu município. O conceito é obtido subtraindo-se a soma dos percentuais de péssimo e ruim (negatividade) da soma dos percentuais bom e ótimo (positividade).

Este é um serviço inovador no mercado de pesquisas política e permite o acompanhamento da evolução das gestões ano a ano. Em 2013, os dados estão baseados na avaliação deste primeiro semestre da administração. 

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Horário de verão 2015/2016 começa no dia 18 de outubro

Preparem os relógios. Falta de menos de um mês para o início do horário de verão no país. Às 0h do dia 18 de outubro de 2015 (domingo) os relógios devem ser adiantados em uma hora.

Moradores dos estados das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e do Distrito Federal precisam estar atentos à alteração, que segue até às 0h do domingo 21 de fevereiro de 2016, quando os relógios retomam o horário tradicional. As regras estão estipuladas no decreto 6.558, de 2008, que fixa a duração da media do horário de verão em quatro meses.

A única exceção se dá quando o terceiro domingo de fevereiro coincide com o domingo de Carnaval. Nesse caso, o horário de verão termina no quarto domingo de fevereiro.
O principal objetivo do horário de verão é aproveitar melhor a luminosidade natural do dia, reduzindo o consumo de eletricidade no fim da tarde, quando é registrada a maior demanda por energia. A ideia de adiantar a hora oficial em períodos de verão foi lançada em 1784 por Benjamim Franklin, político e inventor americano. O primeiro país a adotar oficialmente o horário de verão foi a Alemanha, em 1916, durante a Primeira Guerra Mundial, para economizar os gastos com carvão.

No Brasil, o primeiro horário de verão foi realizado entre 1931 e 1932, pelo presidente Getúlio Vargas, com duração de 5 meses. A prática vem sendo adotada sem interrupções desde 1985, com algumas diferenças nos estados que aderem à mudança e os períodos de duração.

Fuso horário no Brasil:

Com a mudança de horário, os fusos do Brasil se organizam da seguinte forma em relação ao horário da capital do país:
0h: as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste (com exceção do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul) adotam a mesma hora de Brasília durante o horário de verão;

1h:os estados do Nordeste, Pará, Amapá e Tocantins ficam com uma hora a menos em relação ao horário de Brasília. Mato Grosso e Mato Grosso do Sul também adotam o horário de verão, mas a diferença de uma hora para Brasília se mantém;

2h: Parte do Amazonas e os estados de Roraima e Rondônia ficam duas horas atrás do horário de Brasília.

3h: O Acre e parte do Amazonas ficam com três horas atrás do horário de Brasília.

Economia de energia:

Em 2015, o Ministério de Minas e Energia estimou que a redução da demanda de energia entre 18h e 21h foi de até 1.970 megawatts (MW) no subsistema Sudeste/Centro-Oeste. O valor é equivalente ao dobro da demanda da cidade de Brasília. No subsistema Sul, segundo o ministério, a redução foi 625 MW.

Os ganhos com a redução do consumo total de energia foram de cerca de 195 MW médios no subsistema Sudeste/Centro-Oeste, que equivale ao consumo mensal da cidade de Brasília, e 55 MW médios no subsistema Sul, equivalente ao consumo mensal de Florianópolis.


A redução total de 250 MW médios corresponde a um percentual estimado de 0,5%, nos dois subsistemas. Além disso, estima-se que ocorreu um ganho de armazenamento de energia nas hidrelétricas de 0,4% no sistema Sudeste/Centro-Oeste e 1,1% no sistema Sul.

Por: Agência Brasil