quarta-feira, 27 de maio de 2015

Delegacia de Santa Cruz do Xingu realiza mutirão para conclusão de procedimentos policiais

Um mutirão para colocar em dia procedimentos policiais da Delegacia de Polícia Judiciária Civil do município de Santa Cruz do Xingu (1.230 km a Nordeste), foi realizado pelos servidores das Delegacias de Confresa (1.160 km a Nordeste), em parceria com os policiais civis de São Jose do Xingu. 

O trabalho em conjunto aconteceu entre os dias 18 a 22 de maio deste ano, com objetivo de dar andamento e concluir inquéritos policiais instaurados para investigar crimes de tráfico de drogas, estupro de vulnerável e homicídio.

Ao todo foram expedidas 19 ordens de serviço, 8 cartas precatórias, 72 intimações. Nove pessoas foram interrogadas, colhidos 29 termos de declaração, 15 termos de depoimento, atendidas 4 ocorrências e concluídos 19 inquéritos policiais com encaminhamento ao Fórum da cidade.  

Conforme o delgado de polícia, Hércules Batista Gonçalves, os policiais das Delegacias de Confresa e São José do Xingu se uniram para execução dos trabalhos, com intuito de dar uma pronta resposta aos crimes que assolam a sociedade.

O delegado também parabenizou os policiais civis dos dois municípios que não mediram esforços para que os resultados fossem obtidos. “Foi um esforço conjunto de todo efetivo das duas delegacias, que foi fundamental para alcançarmos os resultados”, destacou Hercules Batista.


Participaram do mutirão os escrivães Leomar Ferreira dos Santos, Ana Paula Dias de Freitas, Ana Paula Teixeira. Os investigadores de polícia Ricardo Rodrigues de Almeida, Walfredo Rodrigues Adorno M. Junior, Leandro G. de Lima, João Paulo F. da Silva, Ana Creudy D. dos Santos, Orlando Lucas dos Santos, Raphael Carrelo da Costa, Frederico Eduardo de O. Gruszczynski, Celso Henrique M. Vendas, Flaviana F. Cabral, Marcial da Cruz Bandeira Junior e Lauro Reis P. de Moraes e Silva.

Por: PJC-MT

Vazio sanitário começa dia 1º de junho em Mato Grosso

O vazio sanitário da soja, safra 2014/2015, em Mato Grosso começa dia 1º de junho e encerra no dia 15 de setembro, totalizando 107 dias. Nesse período não poderá haver nenhuma planta de soja viva, seja de plantio ou guaxa. O vazio sanitário foi instituído com o objetivo de atuar como redutor do inóculo da ferrugem asiática na safra seguinte.

De acordo com o coordenador de Defesa Sanitária Vegetal, do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea), Ronaldo de Assis Medeiros, “o cumprimento do vazio sanitário tem contribuído para a redução no uso de agrotóxicos e consequentemente, reduzindo o custo da produção”.

A ferrugem asiática da soja é uma doença causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, que precisa do hospedeiro vivo para obter seu alimento, por isso, faz-se necessário eliminar toda planta de soja viva. A doença provoca a desfolha precoce da planta impedindo a completa formação dos grãos, o que gera redução na produtividade.

A Instrução Normativa Conjunta das secretarias de Desenvolvimento Econômico (Sedec)/Agricultura Familiar (Seaf)/Indea-MT n°001/2015, publicada no Diário Oficial em 9 de fevereiro deste ano, estabelece o período de 1º de maio a 15 de setembro, para o vazio sanitário da soja em Mato Grosso. A data de início para 2015 foi alterada, excepcionalmente, de 1º de maio para 1º de junho, como consta na Portaria Indea-MT n° 033/2015, publicada no Diário Oficial do Estado de Mato Grosso, em 30 de abril.

O presidente do Indea, Guilherme Nolasco, afirmou que para a definição do período “levou-se em consideração as condições do tipo de solo e clima do Estado, com base na orientação da Comissão de Defesa Sanitária Vegetal de Mato Grosso (CDSV/SFA-MT) e em notas técnicas de instituições de pesquisa, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Fundação MT”.

Técnicos do Indea devem fiscalizar cerca de 4.000 propriedades. O vazio sanitário da soja foi instituído em Mato Grosso, como medida fitossanitária desde 2006. Em 2014, o corpo técnico de fiscais do Indea, fiscalizou mais de 3.500 propriedades.


A multa para quem descumprir o período é de 30 Unidade Padrão Fiscal (UPF-MT), mais 2 UPF por hectare de planta não eliminada. Consulte o valor da UPF na página da Secretaria de Fazenda (Sefaz).

Por: Indea-MT

Segundo dados do Detran, cidade de Confresa tem quase 04 motos para cada carro

Quem precisa dirigir pelas ruas a avenidas de Confresa, sente as dificuldades. Carros, motos, ônibus, ciclistas e pedestres dividem espaço, muitas vezes em ruas apertadas, com problemas de sinalização e de conservação. Além disso, tem o acréscimo de veículos que vem de outras cidades da região em busca de serviços, como atendimentos médicos.

O resultado, podemos observar no noticiário deste final de semana. Muitos acidentes, que por vezes terminam em mortes. Segundo a Polícia Militar, mais de 40% dos boletins registrados na cidade são oriundos de acidentes de trânsito. E a explicação para isto pode estar nos números.

Segundo o Detran (departamento estadual de trânsito) Confresa tem um carro para cada quatro motos. Em números exatos são 4.123 motos e 1.463 carros, de acordo com a última atualização disponibilizada pela instituição em janeiro deste ano. A frota de veículos emplacados em Confresa é de 7.948 veículos, incluindo ainda ônibus, caminhões camionetas, reboques, motonetas, dentre outros.
Para o economista Eliezer Soares, existe uma explicação lógica para tantas motos. "A facilidade, com pouco dinheiro é possível dar entrada e comprar uma. O que estamos vendo é uma substituição em massa, nos últimos anos, de bicicletas por motos. Prática, barata e com baixo consumo", destacou o economista, reforçando que por outro lado, o número elevado de motos acaba aumentando a quantidade de acidentes.

"Como é fácil comprar, muitas vezes o motorista não está habilitado. É mais caro tirar uma CNH, do que comprar o veículo, e assim temos muitas pessoas sem noções básicas de direção defensiva no trânsito", destacou Soares. Mas se a população economiza com as motos, o governo acaba gastando mais.

Isso, porque os acidentes custam caro. O resgate, o atendimento médico e o processo de recuperação. Leandro Kervalt é um dos colaboradores da Agência da Notícia, e recentemente acabou se envolvendo em um acidente de trânsito.

"Foi no Jardim Planalto, e aconteceu devido a má-conservação da rua, fui fechado e cai de moto", contou Kervalt. A queda que parecia simples acabou quebrando sua clavícula e um dedo, teve que passar por uma cirurgia, ficou 20 dias internado, afastado do emprego, além do processo de recuperação, que durou mais de três meses.


"Só com remédios gastei mais de R$ 700 e o mais revoltante é saber que a rua hoje, está do mesmo jeito", concluiu Leandro.

Por: AMZ Noticias